GINECOLOGIA

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Disfunções sexuais

Disfunções sexuais

O tema sexualidade vem recebendo crescente atenção ao longo dos anos. Assim, a sexualidade necessita de abordagens bem concretas, pois é um aspecto central do ser humano durante toda a vida. Compreende sexo, papel e identidade sexual, orientação sexual , erotismo, prazer, intimidade e reprodução. As disfunções relacionadas com a sexualidade podem comprometer de forma individual e em um nível social a vida de uma pessoa.

A fisioterapia em sexualidade disponibiliza recursos que poderão contribuir para que homens e mulheres resolvam problemas relacionados com a vida sexual, independente da idade. Assim, disfunções sexuais como o vaginismo, a dispareunia e a flacidez vaginal, poderão ser tratadas de forma não invasiva.

Dispareunia e Vaginismo

Dispareunia e Vaginismo

A dispareunia é um transtorno sexual caracterizado pela sensação de dor genital durante o ato sexual, podendo ocorrer também após o intercurso. O vaginismo é uma persistente contração involuntária da musculatura da vagina que interfere na penetração, impedindo a relação sexual e podendo comprometer as relações interpessoais e conjugais, para o qual algumas estratégicas de fisioterapia têm sido propostas. O objetivo da fisioterapia é a dessensibilização dessa região, assim como o alongamento dessa musculatura.

Flatos Vaginais

Flatos Vaginais

Algumas mulheres durante a relação sexual ou em movimento podem soltar gases pela vagina, são os flatos vaginais.

É bastante constrangedor, e algumas mulheres se sentem envergonhadas até de falar sobre o assunto. Está relacionado com um déficit de força, resistência e/ou controle dos músculos do assoalho pélvico. No tratamento são usados técnicas de trabalho muscular perineal (terapia manual, exercícios de Kegel, bioffedback, cones vaginais, etc). Mulheres com esse problema podem se beneficiar do tratamento fisioterapêutico para melhora de suas queixas.

Pré e pós-operatório de cirurgias vaginais

Pré e pós-operatório de cirurgias vaginais

A fisioterapia pré e pós cirurgias vaginais tem o propósito de contribuir para a recuperação precoce da paciente e favorecer o melhor resultado cirúrgico. Com técnicas como conscientização corporal, exercícios perineais, terapia manual, TENS e terapia comportamental é possível prevenir complicações como fibroses, aderências e dores locais, além de favorecer a cicatrização, a manutenção da elasticidade tecidual e o bom funcionamento dos músculos do assoalho pélvico.

Dor pélvica crônica

Dor pélvica crônica

A dor pélvica crônica é definida como uma dor que ocorre na região da pelve, na região da parede abdominal (abaixo do umbigo) e/ou na região lombar que dura por mais de seis meses, podendo ou não estar relacionada com o ciclo menstrual.

As causas são diversas, podendo ser ginecológica ou não ginecológicas. Hoje, a endometriose, o mioma uterino e as aderências pélvicas são as principais causas de DPC.

O tratamento fisioterapêutico na dor pélvica tem como objetivo o alívio da dor, a correção das alterações musculoesqueléticas causadas por esse problema e a melhora da qualidade de vida.

Prolapso de órgãos pélvicos

Prolapso de órgãos pélvicos

O prolapso de órgão pélvico é a famosa “queda de bexiga”. Muitas mulheres com o passar dos anos começam a relatar a sensação de peso ou bola na vagina. Hoje sabemos que a fisioterapia faz parte do tratamento desta disfunção, prevenindo e tratando a queda dos órgãos pélvicos. Quando a descida do órgão (bexiga, intestino, reto, útero) está em uma fase inicial, a cirurgia é contra-indicada e o tratamento fisioterapêutico mais eficaz.

Rejuvenescimento genital ou íntimo e flacidez vaginal

Rejuvenescimento genital ou íntimo e flacidez vaginal

O passar dos anos traz consigo uma tendência à flacidez vaginal. Essa região é formada por músculos ( como todas as outras partes do corpo) e como não temos o hábito de fazer exercícios para estes músculos, esses acabam ficando flácidos e fracos, o que pode acarretar, no futuro, problemas sexuais, urinários e fecais. Por vezes, esta flacidez pode alterar também o aspecto estético da região íntima da mulher, apresentando uma necessidade de melhorar o tônus local. A fisioterapia pode melhorar o aspecto , tanto com exercícios específicos como com aparelho de radiofreqüência, drenagem, biofeedback, cones vagianis. A aparência melhora desde a primeira aplicação , dando uma idéia de ter havido um preenchimento da região.

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